Bem vindo ao blog da NOVOLHAR Óptica Médica. Aqui poderá encontrar informações acerca das nossas actividades, promoções e campanhas de loja, e ainda esclarecer todas as suas dúvidas acerca da Saúde Visual.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Promoção em Óculos de Sol - Dia da Mãe

Já tem prenda para o Dia da Mãe? Se ainda não tem, não desespere porque nós podemos dar uma ajuda ;)

Temos uma selecção de Óculos de Sol de grandes marcas como GUESS, GANT, TOMMY HILFIGER, PACO RABANE, MASSIMO DUTTI, CAROLINA HERRERA, entre outras com descontos de 15% e 20%!!

Mas se precisa de algo também para sí aproveite, porque para além dos modelos de senhora, há também modelos de homem e unisexo com desconto.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

MÉDICO OFTALMOLOGISTA - Profissões da área de Saúde Visual

Grande Grupo 2
Sub Grande Grupo 2.2 - Especialistas das Ciências da Vida e Profissionais de Saúde
Sub Grupo 2.2.2 - Médicos e Profissões Similares

Grupo Base 2.2.2.1 - Médicos

2.2.2.1.75 - Médico Oftalmologista

Examina o doente, diagnostica e trata deficiências visuais, doenças e lesões dos olhos: faz a história clínica do doente; determina a acuidade visual, e sempre que possível, corrige-a para valores normais; procede à observação objectiva do doente, utilizando técnicas e aparelhagem específica para cada um dos segmentos do olho (biomicroscopia, fundoscopia e tonometria); apoia-se, sempre que necessário, em exames auxiliares de diagnóstico, nomeadamente a campimetria, a electrofisiologia, a angiografia fluorescência e a ecografia; faz o diagnóstico em função dos mesmos e orienta o doente, e prescreve terapêutica médica, cirúrgica ou ortóptica. Por vezes faz intervenções cirúrgicas. Pode fazer investigação na área da especialidade.

Fonte: Classificação Nacional de Profissões (CNP)

Consulte também:   Optometrista   Ortóptico

TÉCNICO DE ORTÓPTICA - Profissões da Área de Saúde Visual

Grande Grupo 3
Sub Grande Grupo 3.2 - Profissionais de Nível Intermédio das Ciências da Vida e da Saúde
Sub Grupo 3.2.2 - Profissionais Técnicos da Saúde

3.2.2.9 - Profissionais Técnicos da Medicina - à excepção dos enfermeiros - não classificados em outra parte

3.2.2.9.15 - Técnico de Ortóptica (Ortoptico ou Ortoptista)

Aplica técnicas para correcção e recuperação dos desequilíbrios motores do globo ocular e perturbações da visão binocular heterofacias, estrabismos e paralisias oculomotoras: mede a cavidade visual, os raios visuais e a motricidade dos globos oculares utilizando equipamento adequado; prescreve e ensina os doentes para fortificar os músculos dos olhos e para coordenar e fazer convergir os eixos visuais dos dois olhos; melhora as faculdades visuais do doente no que respeita à coordenação do olho e da mão assim como a percepção da profundidade do campo visual por meio de lentes periscópicas; efectua exames de perimetria, fazendo campos visuais, tonometria e tonografia, bem como exames de adaptometria, visão de cores, electrooculagrafia e fotografia dos olhos a curta distância; regista os dados obtidos nos vários exames numa ficha individual de observação.

Fonte: Classificação Nacional de Profissões (CNP)

Consulte também:     Optometrista       Oftalmologista

terça-feira, 13 de abril de 2010

Mito ou Verdade: os monitores prejudicam a visão?

O mau uso do computador, aliado a muitas horas de exposição à tela, pode causar alguns sintomas característicos, como ardor nos olhos, dificuldade de focagem e dores de cabeça.

Todos sabem que o uso indevido do computador, em especial durante muitas horas diárias, faz mal a saúde. Problemas de coluna relacionados à má postura ao sentar são os casos mais comuns, e muitas vezes os danos causados ao nosso corpo por essa prática não têm correcção.

No entanto, um dos casos em que mais observamos novos problemas em usuários activos de computador é quanto aos danos na visão causados pelo aparelho. Muitas dessas situações desconfortáveis podem ser amenizadas a partir de medidas simples, e uso correcto dos equipamentos.

Monitores

Antes de falarmos um pouco mais sobre alguns dos desgastes visuais causados pelos monitores, é interessante entender como eles funcionam. Hoje, os tipos mais vendidos desses componentes são dos padrões CRT e LCD.

CRT

A sigla, que traduzida para português significa tubo de raios catódicos, designa os modelos de monitores mais antigos, com o famoso tubo de imagem ao fundo da tela. Neles, cada ponto da área visual é individualmente iluminado, ou seja, a luz e a formação da imagem estão directamente ligadas. Estes modelos são mais danosos à visão do usuário se comparados aos monitores de LCD, por alguns motivos específicos.

O principal deles é relativo à taxa de actualização da imagem na tela, que ocorre muitas vezes em níveis reduzidos demais para o nosso olho, causando um efeito chamado flickering, uma oscilação quase imperceptível em muitos casos, mas que cansa rapidamente a visão.

Quando isso acontece, a nossa visão não consegue descansar ao visualizar a imagem, o que pode causar dor de cabeça ou nos próprios olhos. A solução, neste caso, é aumentar a taxa de actualização do monitor, medida em frequência. O recomendado para minimizar os efeitos citados é no mínimo 75 Hz de actualização.

Muitas pessoas ainda perguntam se os monitores CRT causam danos à saúde e aos olhos pelas radiações que emitem. Nos monitores mais recentes existem filtros na própria tela, que minimizam os possíveis danos causados pelo efeito radioactivo resultante da emissão de luz.

LCD

O modo de funcionamento dos monitores em LCD é diferente em relação à emissão de luz proveniente do aparelho. Nele, a imagem é formada directamente na tela, sem a necessidade de um tubo, o que permite ao LCD ser feito em telas finas e planas. Por este motivo, a fidelidade das cores em um monitor CRT é maior, já que a emissão da luz directamente através do tubo é o que confere ao ponto a sua cor específica.

A iluminação, por sua vez, é toda feita por uma lâmpada fluorescente especial, espalhando a luminosidade pela tela. Esta lâmpada também tem uma taxa de actualização, que em geral é algo em torno de 200 Hz, minimizando os danos à visão do usuário.

Isso significa que a imagem visualizada num monitor LCD se mantém estática até que suas cores ou formas mudem, sem cansar tanto a visão como ocorre num CRT. Já a iluminação tem altas taxas de frequência, sem que o efeito de flickering ocorra tão nitidamente.
SÍNDROME DA VISÃO DO COMPUTADOR

Esta expressão tem surgido nos últimos anos e designa alguns desconfortos e problemas visuais causados pelo mau uso do computador. Entre os principais sintomas estão dores de cabeça, ardor nos olhos, dificuldade em focar a visão e sensibilidade à luz. Os sintomas estão directamente ligados aos maus hábitos que adquirimos na frente do computador, o que pode ser amenizado com alguns pequenos passos.

A concentração que mantemos na frente do computador faz com que esqueçamos de piscar os olhos durante muito tempo, hábito que seca o olho e provoca o ardor e a dificuldade de focagem depois de algum tempo. Por isso, lembre-se sempre de piscar frequentemente os olhos enquanto trabalha na frente do monitor.


Outro aspecto importante é descansar um pouco ao fim de algum tempo, tirando os olhos da frente do monitor e descansando os olhos daquele ponto fixo. Pare de trabalhar durante alguns minutos a cada hora, tirando os olhos da tela por alguns momentos e, se possível, olhe por uma janela focando uma imagem ao longe.

Finalmente, coloque o monitor num ângulo de visão confortável para os seus olhos e não o aproxime demais. Ajuste os níveis de contraste e brilho de um modo agradável e lembre-se que exageros na frente do computador fazem mal à saúde.

Adaptado de BAIXAKI

sexta-feira, 26 de março de 2010

Como funcionam os óculos 3D

Entenda como funciona o acessório mais importante para a visualização em 3D

O ano de 2010 promete ser um dos mais promissores para o 3D. A tecnologia que se destacou nos cinemas no ano passado ganhou força com o sucesso do filme Avatar e, este ano, deve expandir os seus domínios também para o mercado de home video.

Na última edição da Consumer Electronics Show, a mais importante feira de electrónica do planeta, pelo menos 70% dos produtos relacionados com imagem e vídeo apostavam no 3D como sendo a grande novidade para o mercado no segundo semestre deste ano.
Independente de as imagens projectadas estarem disponíveis na sua televisão, no aparelho de Blu-Ray, na tela do cinema ou mesmo nos telemóveis, um importante elemento não pode ser deixado de lado: os óculos 3D. Afinal, pelo menos por enquanto, somente com eles é possível descobrir a nova dimensão do entretenimento.

Os efeitos em três dimensões não são nenhuma novidade. A tecnologia já tinha sido utilizada nos cinemas na década de 50 e, embora tenha evoluído significativamente, o princípio de formação das imagens 3D permanece o mesmo.

Qualquer imagem, independente do que represente, é percebida pelo olho humano em três dimensões compostas a partir da altura e da largura. O papel dos óculos 3D é alterar o ângulo de cada uma destas dimensões. O efeito induz o cérebro a criar uma ilusão de profundidade, potencializando a distância entre ambos, o que resulta no já conhecido efeito 3D.


Esse fenómeno é conhecido como estereoscopia e pode ser experimentado, com muitas limitações, mesmo a olho nu. Porém, a experiência vale apenas como curiosidade já que ninguém aguentaria ficar quase duas horas a esforçar os olhos dessa forma.
Por potencializar o olhar do ser humano, para que os óculos funcionem de maneira satisfatória é preciso que imitem da melhor forma possível o nosso modo de ver. Assim, se colocar um par de óculos na vertical, embora receba as mesmas imagens muito provavelmente não conseguirá ver nada em três dimensões.

Basicamente os óculos 3D podem ser polarizados de duas formas: circular e linear. No primeiro caso, enquanto um olho recebe a imagem e a interpreta no sentido horário o outro faz o mesmo processo no sentido anti-horário. Já na polarização linear um olho recebe a imagem no sentido vertical e o outro no sentido horizontal.
Parece complicado, mas não é. Ao receber uma imagem ela precisa de estar polarizada da mesma forma. Caso contrário, a sensação que se terá é a de estar a ver imagens baralhadas, como se estivesse sem óculos.
Ao chegarem ao cérebro essas imagens são sobrepostas e dá-se a fusão entre elas. A ligeira diferença entre essas imagens dá a sensação de profundidade.

Adaptado de BAIXAKI

Veja também: 3D Pode Ter Efeitos Nocivos

terça-feira, 23 de março de 2010

Problemas oculares podem ser evitados através da correcta prevenção

Testes à visão com regularidade e desde tenra idade evitam problemas oculares.

Quanto mais cedo se consultar um especialista da visão, menos probabilidades existem de se desenvolverem problemas oculares. No que toca às crianças, alerta para o facto da falta de atenção, notas baixas e letras grandes e tortas poderem ser sinais indicativos de desinteresse do aluno na escola, que no entanto poderão, esconder eventuais problemas de visão; estudos da Organização Mundial de Saúde apontam para que cerca de 10% das crianças em idade escolar apresentem deficiência visual.

Detectar problemas de visão ainda durante a infância garante uma boa aprendizagem e um melhor rendimento dos mais pequenos, evitando-se situações mais complexas no futuro. Os cuidados a ter com a visão das crianças devem começar logo a seguir ao parto - a primeira avaliação da capacidade visual deverá ser feita pelos pediatras, na maternidade, e o exame anual à visão deve ser incluído na rotina do crescimento nos primeiros três anos de vida (quando o sistema visual está em desenvolvimento). As doenças oculares diagnosticadas até aos 10 anos de idade – fase em que a visão está totalmente formada – evitam a ambliopia, que pode causar a perda de visão.

Passada a fase da infância e juventude os cuidados a ter com a visão devem ser ainda mais rigorosos. Estudos recentes, como é o caso da pesquisa feita pelo National Institute of Occupation Health and Safety, revelam que cerca de 90% dos executivos que passam mais de três horas por dia à frente do computador sofrem de algum distúrbio de visão.

Neste sentido, os optometristas chamam à atenção para a denominada “síndrome do utilizador do computador”, um conjunto de problemas oculares e visuais relativos ao trabalho, que se manifesta devido ao uso frequente do computador. Esta síndrome pode causar fadiga visual (desconforto visual não específico), visão dupla (diplopia), visão distorcida ao longe e/ou ao perto, cansaço geral, cefaleia, dores nas costas e pescoço, etc. Estes sintomas têm tendência a aumentar se a distância do computador não for a mais correcta, se houver má iluminação, jornada de trabalho excessiva e no caso de existência de reflexos de luz no monitor.


Na maioria dos casos o problema pode ser resolvido com correcção ocular (uso de óculos) mas existem outras formas de prevenir a síndrome do utilizador do computador: lágrimas artificiais ou suplementos de ómega3. Já para a exposição aos raios solares, recomenda-se o uso de óculos de sol com filtro U.V devidamente certificados, para se evitar problemas na retina, alterações na córnea e, a mais frequente de todas, a catarata. Uma lente inadequada pode trazer sérios danos à visão e por isso é importante que o utilizador exija uma garantia de qualidade dos óculos que adquire.

No que se refere a idades mais avançadas, cerca de 15% das pessoas com mais de 65 anos têm problemas de visão aumentando esse número para 35% aos 85 anos de idade. Números recentes apontam para que mais de 90% dos idosos precisem de óculos e desses, cerca de 20%, mesmo com o uso deste recurso, não consigam ter uma boa visão.

Há estudos que demonstram que cerca de 18% dos casos de queda com fractura de fémur estão relacionados com dificuldades visuais. Como o processo de envelhecimento acarreta problemas visuais é importante que exista um acompanhamento especializado. A retinopatia diabética e a degeneração macular são dois dos mais frequentes problemas que afectam a visão com o avançar dos anos e que, se não forem tratados, podem levar à cegueira.

in Mundo da Óptica

Montra de Páscoa



terça-feira, 16 de março de 2010

Associação Nacional dos Ópticos alerta para a prevenção visual


Segundo um recente estudo internacional realizado pela Ipsos Health, 53% dos portugueses inquiridos disseram que nunca visitaram um optometrista. “Mais de metade da população portuguesa nunca consultou um especialista da visão. São realmente números preocupantes e que reflectem a falta de atenção que as pessoas dão ao seu aparelho visual”, comenta o presidente da Associação Nacional dos Ópticos, Rui Correia. “Idealmente, e quando não há sintomas de quaisquer patologias, dever-se-ia consultar um especialista anualmente ou de dois em dois anos”.

Como prestadores de serviços primários de saúde visual, os Ópticos-Optometristas são, por norma, o primeiro contacto que os portugueses têm com esta área. “Temos o dever de chegar às populações e realizar o rastreio como forma de prevenção”, afirma Rui Correia.


Os perigos da moda

Comprar uns óculos fora de um estabelecimento certificado pode ser altamente prejudicial para a visão. Em nome da moda e da poupança, são muitos os portugueses que compram óculos na rua ou em lojas sem pessoal habilitado para o aconselhamento personalizado.

As grandes cadeias de pronto-a-vestir, as lojas de acessórios, as lojas chinesas comercializam óculos de qualidade óptica duvidosa (provenientes de países asiáticos, em que as exigências legais de fabrico, não são certamente as da UE)”, acusa o presidente da ANO.

Sem qualidade, sem aconselhamento e acompanhamento pós-venda do profissional habilitado para tal, o consumidor expõe-se a sérios riscos de saúde ocular. Não é demais, por isso mesmo, reforçar aqui a recomendação: óculos devem ser adquiridos nas ópticas, a bem da sua saúde”, recomenda.

Os óculos com lentes sem protecção fazem com que a pupila dilate, entrando mais luz no olho, aumentando, assim, a probabilidade de lesões oculares. Esta regra não se aplica somente aos óculos de sol. Quem usa óculos oftálmicos deve assegurar-se que as lentes têm igualmente protecção contra os raios UVA e UVB.

Pesquisas recentes indicam que a exposição a longo prazo aos raios solares UVA e UVB pode levar à degeneração macular relacionada com a idade, cataratas e outras doenças oculares que podem comprometer a qualidade da visão.

No Verão, os raios UV atingem os valores mais altos, o que aumenta, consequentemente, a necessidade de proteger os olhos. Porém, também nas outras estações do ano se devem ter esses cuidados. “Agora é fundamental que se proteja os olhos das poeiras e dos pólenes, para evitar as alergias”, aconselha Rui Correia. Nos dias nublados, a protecção visual é igualmente importante, devido à radiação solar.

in Mundo da Óptica

sábado, 13 de março de 2010

Dia Mundial do Glaucoma


Assinala-se hoje o Dia Mundial do Glaucoma. A doença é uma das principais causas de cegueira em Portugal e afecta, sobretudo, pessoas idosas. Apesar de poder levar à cegueira, a doença poderá ser controlada se for diagnosticada de forma precoce.

«Não existem estudos nacionais da prevalência desta patologia, mas extrapolando os dados europeus, admite-se que 100 mil doentes estão diagnosticados em Portugal. No entanto, por cada doente diagnosticado, poderão haver 2 ou 3 nos quais a doença não foi reconhecida», de acordo com o comunicado de imprensa do Grupo de Glaucoma da Sociedade Portuguesa de Glaucoma (SPO).

O glaucoma é uma doença multifacetada que afecta, na maioria das vezes, o nervo óptico, havendo uma pressão intra-ocular que leva à perda do campo visual. No entanto nem sempre é fácil diagnosticar esta patologia. «Há várias formas de glaucoma. Na mais frequente, a de ângulo aberto há, frequentemente, elevação da tensão intra-ocular. Mas a doença também pode evoluir com tensão normal ou mesmo baixa. Nestas formas o diagnóstico requer uma grande experiência clínica porque é, muitas vezes, difícil», refere o coordenador do Grupo de Glaucoma da SPO, Nunes da Silva.

O ideal é fazer uma visita anual ao especialista de visão, principalmente a partir dos 40 anos ou se se tem familiares com glaucoma.

in SAPO Saúde