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terça-feira, 13 de julho de 2010

Que Tal uma Sessão de Ioga Ocular!?


Exercícios para relaxar a visão!

O stress diário, a poluição, a má alimentação, o tempo excessivo à frente de um computador são factores que contribuem para o mal-estar visual e que provocam frequentemente irritações, olho seco, comichões, inchaço, olheiras, entre outros desconfortos.
Para evitar estes efeitos indesejáveis siga os conselhos da NOVOLHAR e inicie um programa diário de ioga ocular.
  

A adopção de um estilo de vida saudável, através de uma alimentação equilibrada e da prática de exercício físico, é benéfica para evitar o aparecimento de doenças graves e para a manutenção de uma boa qualidade de vida. A saúde visual depende igualmente da manutenção destes hábitos saudáveis. E uma das maneiras para manter o aparelho visual em forma é a realização de pequenos exercícios de relaxamento – denominados por ioga ocular.
Os primeiros exercícios do dia devem ser realizados logo pela manhã. Após acordar, sente-se no chão e cruze as pernas. Nestes exercícios só poderá mexer os olhos, pelo que a cabeça dever-se-á manter imóvel. Inspire, expire e comece por olhar para cima e para baixo cinco vezes. Depois olhe para a esquerda e para a direita novamente cinco vezes, seguidos de movimentos oculares para os cantos inferiores e superiores, esquerda e direita.
Sempre que terminar uma série de movimentos, pestaneje rapidamente algumas vezes e descontraia.
No final dos exercícios, esfregue as palmas das mãos até ficarem quentes e coloque-as sobre os olhos durante uns segundos.
Além de relaxar, esta acção rejuvenesce os músculos dos olhos, já que estimula a circulação do fluido intra-ocular.

Para os mais avançados

Quando já estiver mais habituado à realização dos movimentos oculares mencionados anteriormente, inicie a prática de exercícios um pouco mais complexos. No sentido dos ponteiros dos relógios, role os olhos junto às extremidades. Cuidado para não esforçar demasiado os olhos. Após concluir um círculo, repita o exercício no sentido oposto.
Outro movimento que requer um pouco mais de habituação é entortar os olhos. Fixe a ponta do nariz sem pestanejar. Mantenha o olhar durante 5 segundos e descontraia. Depois fixe um ponto no tecto, sem mexer a cabeça, durante o mesmo tempo. Repita estes movimentos cinco vezes, parando entre séries para pestanejar.
Finalmente, um exercício para quem já domina bem o ioga ocular. Olhe para uma parede e imagine que está a escrever ou a fazer um desenho através do movimento dos seus olhos, sem mexer a cabeça. O nível de dificuldade do exercício aumenta, à medida que for aumentando o tamanho das letras ou dos desenhos. Termine o exercício pestanejando.


Outras situações em Visão Coach

segunda-feira, 5 de julho de 2010

93% dos Óculos Vendidos Fora das Ópticas Prejudicam a Visão


O estudo “Qualidade óptica de óculos e filtros de protecção solar”, realizado recentemente em Espanha, revelou que 93% dos óculos adquiridos nos mercados e em postos de venda ambulante prejudicam seriamente a saúde visual. A grande maioria destes produtos não cumpre a normativa de qualidade europeia EN-1836, referente à protecção dos olhos e aos filtros de radiação UV, no caso dos óculos de sol.


O principal objectivo deste estudo é conhecer a qualidade óptica dos óculos de sol comercializados fora das ópticas, de modo a melhorar a saúde pública e colaborar em medidas de prevenção.

Os resultados demonstraram que 45% dos óculos de sol vendidos à margem dos estabelecimentos de óptica provocam visão deficiente, 26% não podem ser utilizados durante a condução e 57% provocam desvios oculares.

sábado, 26 de junho de 2010

Anomalias Visuais - Presbiopia


A presbiopia ou “vista cansada”, é uma evolução natural da visão, que se manifesta em todas as pessoas, tendencialmente, a partir dos 40 anos. Todos iremos senti-la, mais tarde ou mais cedo, porque os nossos olhos perdem a elasticidade à medida que envelhecem. Isto resulta numa crescente dificuldade em ver bem ao perto.


Quais as causas da presbiopia?

Um olho saudável acomoda-se perfeitamente à refracção da luz, tanto ao perto como ao longe. À medida que envelhece o cristalino torna-se menos elástico ao mesmo tempo os músculos oculares perdem flexibilidade. O olho perde a capacidade de focar nitidamente as imagens dos ojectos próximos, porque estas se formam atrás da retina e não sobre ela. Embora o resultado desta anomalia seja semelhante ao da hipermetropia, as causas são muito diferentes.


Quais os primeiros sinais da presbiopia?

Os seus braços já não são suficientemente longos para ler o jornal? Tem dificuldade em enfiar uma agulha? Procura uma luz mais forte para ver melhor ao perto? Estes são os primeiros sinais da presbiopia. Outros sintomas podem ser as dores de cabeça e a fadiga ocular.

Como se compensa a presbiopia?

As lentes progressivas são as mais adequadas à compensação da presbiopia, por serem as únicas que lhe possibilitam uma visão mais aproximada da natural. Esta lente funciona quase como uma lente de uma máquina de filmar com zoom. A transição entre os diferentes campos de visão é suave.
Pode também ser compensada com lentes bifocais, mas estas apresentam-se esteticamente menos agradaveis e apenas permitem visão nítida ao longe e ao perto, não havendo visão nítida a distâncias intermédias.Para além disso há um salto na imagem durante as transições da visão entre o longe e o perto (e vice-versa).
Pode ainda ser compensada com óculos apenas para visão ao perto, no entanto a visão ao longe e a distâncias intermédias não será compensada, a menos que se usem outros óculos, o que resulta numa utilização pouco prática.


Quais as razões da presbiopia?

A presbiopia é uma consequência natural do envelhecimento. Todas as pessoas, mesmo as que já sofrem de outra anomalia visual, começam a sentir sinais da presbiopia a partir dos 45 anos. Se é hipermétrope é provável que ela se manifeste mais cedo do que se for miope. Esta anomalia tem tendência para se agravar com a idade mas geralmente estabiliza a partir dos 65 anos, podendo mesmo reduzir-se um pouco mais tarde mas num passo muito pequeno.

Se tem mais perguntas ou dúvidas sobre a presbiopia, por favor consulte-nos.

Veja também:    Hipermetropia   Miopia   Astigmatismo

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Anomalias Visuais - Astigmatismo


Sente que vê os bordos de um objecto pouco nítidos e que as linhas rectas não estão bem definidas? Estão é provavelmente astigmata.
O astigmatismo é uma das insuficiências mais comuns e aparece frequentemente associado a outras insuficiências como a miopia e a hipermetropia.
 
 
Quais as causas do astigmatismo?

O astigmata tem uma visão imperfeita, quer ao longe, quer ao perto.
O astigmatismo é causado por uma curvatura irregular da córnea que provoca uma deformação da mesma. A forma da córnea é mais ovalada do que redonda. Este desajuste faz com a luz se refracte por vários pontos da retina em vez de se focar em apenas um.


Como posso saber se sou astigmata?

Os primeiros sinais do astigmatismo manifestam-se quando vê os bordos de um objecto desfocados ou não vê as linhas rectas bem definidas, ou ainda quando um ponto aparece mais como um borrão. Pode ainda confundir símbolos próximos, como por exemplo o H, o N e o M

Se o seu grau de astigmatismo é fraco, muitas vezes pode parecer-lhe que tem uma visão perfeita, mas na verdade está a esforçar-se por ver nitidamente. Isto irá acabar por lhe provocar fadiga ocular e dores de cabeça. Pode ainda causar ardor e comichão nos olhos.

Como se corrige o astigmatismo?

O astigmatismo corrige-se com uma lente oftálmica chamada tórica ou cilindrica. As curvas destas lentes compensam as da córnea e direccionam os raios de luz para um único ponto. Uma vez que o astigmatismo está frequentemente associado a outras insuficiências visuais, as lentes devem igualmente ser adequadas ás mesmas.

 
Quais as razões do astigmatismo?

O astigmatismo é quase sempre hereditário e aparece associado a outras insuficiências visuais. Um astigmatismo ligeiro pode desenvolver-se ao longo dos anos, devido à alteração da curvatura da córnea, provocada pelos milhares de pestanejamentos diários.

Se tem mais questões ou dúvidas sobre o astigmatismo, por favor consulte-nos.



Veja também:   Hipermetropia   Miopia   Presbiopia

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Anomalias Visuais - Miopia


Tem dificuldades em ver nitidamente os objectos ao longe, mas consegue ver bem ao perto? Então é provavelmente míope. E não está sozinho. Estima-se que quase um terço da população mundial sofra de miopia.


Quais as causas da miopia?

A miopia é causada por um crescimento exagerado do globo ocular. O olho é, por assim dizer, demasiado longo. A distância entre a córnea e a retina é grande demais e a imagem forma-se antes da retina. Isto é, a luz converge para um ponto que fica à frente da retina.


A miopia pode também ser consequência de uma curvatura insuficiente da córnea, que faz com que as imagens se formem antes da retina.

A distância para uma visão nítida será tanto mais curta, quanto mais forte for a miopia.

Quais os primeiros sinais da miopia?

Um dos primeiros sintomas da miopia manifesta-se quando tem dificuldade em ver nitidamente os objectos ao longe, podendo mesmo franzir os olhos para ver melhor. Frequentemente provoca dores de cabeça e fadiga ocular.

Como se corrige a miopia?

A miopia corrige-se com lentes divergentes, também chamadas de côncavas, que permitem que as imagens se formem nitidamente sobre a retina.


Porque sou míope?

A miopia é uma insuficiência visual de origem hereditária que se desenvolve maioritariamente nos primeiros 20 anos de vida, ou seja durante a fase de crescimento. Lembre-se, no entanto, que outros factores como o stress, a má nutrição e iluminação insuficiente, podem agravar a miopia.

Se tem mais questões ou dúvidas sobre a miopia, por favor consulte-nos.
Veja também:   Hipermetropia   Astigmatismo   Presbiopia

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Anomalias Visuais - Hipermetropia


Tem dificuldades em ver os objectos perto de si, mas vê bem ao longe?

Então provavelmente é hipermétrope. Esta é uma das insuficiências visuais mais comuns.
 
 
Quais as causas da hipermetropia?

A hipermetropia é causada por um “crescimento insuficiente” do globo ocular. O seu olho é, por assim dizer, “demasiado curto” e não consegue ajustar a refracção da luz que recebe de perto. A luz é direccionada para um ponto focal que fica atrás da retina, pelo que as imagens formadas ficam desfocadas.


Por vezes, a hipermetropia é causada por uma curvatura insuficiente da córnea o que faz com que a luz não se foque na retina e a imagem apareça desfocada.

Quais os primeiros sinais da hipermetropia?

Um dos sintomas da hipermetropia é a dificuldade em ver ao perto. Muitas vezes as pessoas não sabem que são hipermétropes porque fazem um esforço para ver nitidamente. Este esforço permanente de acomodação torna-se mais evidente com o passar dos anos e pode causar dores de cabeça, fadiga ocular e mesmo “olhos lacrimejantes”. Uma hipermetropia ligeira pode passar despercebida até aos 40/50 anos, porque a visão pode ser nítida, mas à custa de grande esforço ocular.

Como se corrige a hipermetropia?

A hipermetropia corrige-se com lentes convergentes (convexas), também chamadas de positivas. Estas lentes direccionam a luz de forma a convergir correctamente sobre a retina, possibilitando assim a formação de imagens nítidas sobre a retina.



Quais as causas da hipermetropia?

A hipermetropia é uma insuficiência hereditária. Esta pode dissipar-se durante o crescimento mas tem tendência a manifestar-se na fase adulta.

Outros factores como o stress, a má nutrição e a iluminação insuficiente podem também reforçar a hipermetropia.

Se tem mais questões ou dúvidas sobre a hipermetropia, por favor consulte-nos.

Veja também:  Miopia  Astigmatismo  Presbiopia

sábado, 12 de junho de 2010

Os "Preguiçosos" Não Vêem a 3D


O actor Johnny Depp, que encarna a personagem do Chapeleiro Maluco no novo filme de Tim Burton, "Alice no País das Maravilhas”, afirmou recentemente numa entrevista à “Entertainment Weekly” que não consegue ver o seu recente trabalho, pois tem um problema no olho esquerdo que o impede de ver a três dimensões.


Pela descrição feita pelo actor, tudo indica que sofra de ambliopia, ou seja, que tem um “olho preguiçoso”.

Esta anomalia visual surge quando um olho se desenvolve menos do que o outro. Por exemplo, quando uma criança tem -4.00 de miopia num olho e do outro vê perfeitamente, o cérebro pode “desligar” automaticamente a imagem que vem do olho míope para ver apenas a imagem boa. Com o tempo, o olho que não é usado deixa de se desenvolver, podendo inclusive levar à cegueira.

Ver a três dimensões

Só que a tecnologia usada nos filmes 3D depende da visão binocular para funcionar. No cinema, as imagens destinadas ao olho esquerdo e ao olho direito (levemente deslocadas para o lado uma da outra) são exibidas ao mesmo tempo. Só não vemos as imagens a dobrar porque são tratadas de maneira diferente. Esse tratamento é chamado de “polarização”. A luz pode viajar em dois sentidos: horizontal ou vertical. A polarização faz com que uma das imagens "viaje" apenas num sentido e a outra no sentido oposto. Como cada uma das lentes dos óculos 3D tem um "filtro" – ou para luz horizontal ou para vertical - elas pegam numa das imagens de cada vez. Assim, as imagens do olho esquerdo vão só para o olho esquerdo e o mesmo acontece com o olho direito. As duas informações diferentes, ao chegarem ao mesmo tempo, dão a tal sensação de profundidade.

Além da ambliopia, há mais razões para que uma pessoa não veja a 3D. Pode ter um estrabismo muito forte num dos olhos, cataratas ou sofrer de degeneração de um olho só por causa da idade ou até ter olhos desalinhados.

Neste último caso, duas coisas podem acontecer: ou a pessoa vê a dobrar ou suprime uma das imagens.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Olhos Sensíveis

Costuma dizer-se que os olhos claros são mais sensíveis às agressões exteriores do que os olhos escuros.

De facto, assim acontece relativamente à sensibilidade à luz, mas o mesmo não acontece em relação a outros factores de risco.


As doenças da idade, os traumatismos, os ultravioletas não se importam muito com a cor dos olhos. É preciso também saber que exposições repetidas a um factor de risco podem ter efeitos a longo prazo. A ausência de lesão ocular imediata não garante, de facto, a imunidade. Aprenda a proteger-se.

Os ultravioletas e as crianças

Os adultos protegem os olhos com óculos escuros, mas esquecem que as crianças têm a mesma necessidade.

Os olhos das crianças são mais permeáveis à luz, pois a sua pupila é mais larga, a íris menos pigmentada e o cristalino deixa passar mais amplamente os ultravioletas. Antes de um ano, 90 por cento dos ultravioletas atingem a retina e aos 13 anos são ainda 60 por cento.

Embora se saiba que as células das crianças se regeneram mais facilmente, desconhecer-se os efeitos a longo prazo de uma exposição repetida.

O que significa que as crianças também necessitam de óculos de sol. Segundo as normas europeias (5 níveis de filtração para os óculos, de 0 a 4, em função da intensidade solar) é possível encontrar bons óculos contra o sol.

Não confundir

É necessário não confundir entre luz visível e ultravioletas. A luz visível encandeia, assinalando que estamos em sobrexposição. Pelo contrário, os ultravioletas não são perceptíveis a olho nu e são precisamente eles que agridem as nossas retinas.

Os problema dos óculos escuros de má qualidade é a perda de sinal de alarme anti-ultravioletas. Protegem do encandeamento, mas não filtram os ultravioletas. Vidros brancos podem filtrar 100% de ultravioletas, enquanto vidros escuros de má qualidade os deixam passar na totalidade.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Portugueses não reconhecem perigos do sol para os olhos

Estudo internacional “Healthy Sight Survey”, da Transitions Optical conclui que apenas 15 por cento dos portugueses reconhece os perigos dos raios UV para a saúde visual.

A Transitions Optical, especialista em lentes fotocromáticas, acaba de divulgar as conclusões do seu mais recente estudo sobre saúde visual, realizado pela Ipsos Health a cerca de 8000 pessoas em oito países (França, Holanda, Espanha, Portugal, África do Sul, Alemanha, Inglaterra e Itália). Este estudo conclui que apenas 15% dos portugueses reconhece os perigos dos raios UV para a saúde visual.

Quando questionados sobre os efeitos dos raios UV na saúde, 67% dos portugueses responderam que aumentam o risco do cancro de pele, 17% responderam que podem levar a um envelhecimento precoce da pele e apenas 15% responderam que podem provocar lesões oculares.


Estes são dados preocupantes uma vez que as pesquisas revelam que os danos resultantes de uma exposição prolongada aos raios UVA e UVB (os danos da exposição UV são cumulativos, aumentando cada vez que os olhos são expostos ao sol) podem contribuir para problemas visuais a curto prazo e lesões ou doenças oculares graves relacionadas com a idade, incluindo cataratas. A radiação UV pode igualmente contribuir para a degenerescência macular, a principal causa de cegueira em pessoas com mais de 60 anos, causar a queimadura solar da superfície dos olhos, uma situação denominada fotoqueratite e provocar formações amareladas da superfície ocular conhecidas por pingéculas e pterígio. A nível mundial cerca de 16 milhões de pessoas estão actualmente cegas devidos às cataratas, a Organização Mundial de Saúde estima que 20% destes casos se devem à exposição aos raios UV.

Quando questionados sobre o que fazem para proteger a visão dos raios UV 67% dos portugueses responderam que usam óculos de sol com protecção UV, 18% responderam que usam óculos com lentes fotocromáticas (lentes claras em ambientes interiores que escurecem automaticamente no exterior de acordo com a intensidade da luz e que por isso reduzem a fadiga ocular para além de bloquearem 100% dos raios UV) e 13% dizem que não fazem nada em particular. Segundo os especialistas de facto é muito importante utilizar óculos com lentes com protecção UV para proteger a visão.

As lentes sem protecção UV fazem com que a pupila dilate chegando assim mais radiação ao olho e aumentando a probabilidade de lesões. Também aqui se pode concluir que os portugueses não estão ainda conscientes dos perigos dos raios UV pois apenas 8% utilizam óculos com lentes claras com protecção UV apesar de 70% responderem que usam lentes de contacto ou óculos com graduação.

O estudo da Transitions Optical questionou depois os portugueses em que ocasião fizeram o seu primeiro check up à visão, aqui 50% responderam que fizeram o primeiro teste à visão porque tinham problemas em ver, 22% responderam que fizeram os testes para um controlo regular da saúde visual e 5% reponderam que nunca fizeram um check up à visão.

Por outro lado quando questionados sobre a idade que tinham quando fizeram o primeiro teste à visão, 45% dos portugueses responderam que tinham 20 ou mais anos, 17% que tinham mais de 40 anos e 19% responderam que tinham menos de 10 anos. Contudo quando questionados sobre quando é recomendável fazer o primeiro teste à visão 89% dos portugueses responderam antes da escola (antes dos seis anos) o que demonstra aqui uma contradição. Apesar de terem noção da importância dos testes regulares à visão os portugueses mostram alguma relutância em faze-los.

Estes resultados são inquietantes pois muitos problemas de visão ou dos olhos não tem sinais óbvios ou sintomas e por isso é provável que existam mesmo sem serem diagnosticados. A Organização Mundial de Saúde estima que 15% das crianças a nível mundial tem problemas de visão não diagnosticados ou não corrigidos dai a grande importância da realização de exames visuais regulares.

A falta de conhecimento dos portugueses em relação aos raios UV torna-se ainda mais preocupante porque quando questionados acerca do número de horas durante a semana que passam ao ar livre durante as diversas actividades (jogging, compras, levar as crianças à escola, ciclismo, ir para o trabalho etc...) 57% dos portugueses responderam que passam mais de 15 horas ao ar livre por semana. O que faz dos portugueses os que passam mais tempo ao ar livre entre os 8 países onde foi feito o estudo.