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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Visão - Conselhos de um oftalmologista para uma visão saudável

Três quartos das percepções totais são visuais ou são influenciadas pelo que vemos.

Os registos captados pela retina determinam também a nossa forma de ver a vida.

Um estudo recente da empresa espanhola Oi2, especialistas na saúde do ouvido, revelou que 68% dos espanhóis considera que a visão é o sentido mais importante.
De facto, e apesar de não existirem estudos portugueses sobre o assunto, o olho é o órgão sensorial que permite ver e reagir ao ambiente, e aquele de que temos mais recordações mentais. Para o manter jovem e saudável, basta cuidá-lo.

GINÁSTICA PARA OS OLHOS
  • Pestanejar frequentemente
    Consiste em abrir e fechar os olhos e tem três efeitos positivos, proporciona um certo descanso aos olhos, agindo como um escudo perante a luz, humedece-os e limpa-os. Abra os olhos, olhando para a esquerda e feche-os. Depois repita o processo mas a olhar para a direita. Passados poucos minutos vai sentir um alívio. «Aproveite este exercício para colocar um substituto lacrimal se sentir o olho seco», aconselha Nuno Campos, oftalmologista na Clínica Microcular, no British Hospital Lisbon XXI, em Lisboa.
  • Pausas de trabalho
    «Se estiver muito tempo à frente da televisão ou do computador, desvie o olhar de hora a hora e fixe-se no horizonte durante cerca de cinco minutos, sem focar para perto», adverte o médico oftalmologista.

Alimentação equilibrada

Uma boa alimentação é um factor preponderante para uma boa saúde ócular. Ingira frutas e verduras da época. São mais acessíveis e cheias de nutrientes. As melhores são as que contêm mais vitamina A (cenoura, abóbora, etc).

Pode também consumir frutos secos e desidratados, desde que não o faça em excesso, como as nozes, amêndoas, alperces e ameixas secas, passas e figos secos. Os cereais, o alho, a salsa e o mel são também quatro bons aliados da sua visão.

Leia de forma adequada

De acordo com o oftalmologista Nuno Campos, se seguir os seguintes conselhos, terá menor hipótese de sentir cansaço visual:
  • Não se aproxime nem se afaste muito do livro.
  • Abra bem os olhos.
  • Escolha a luz certa. Não deve ser nem pouca nem excessiva, nem muito clara nem muito escura. Quanto mais natural, melhor, mas se não for possível, assegure-se de que está bem distribuída.
  • Evite forçar a vista quando a sentir cansada.
  • Não fixe o olhar em imagens ou textos desfocados.
  • O papel não deve ser brilhante nem ter texturas.
Fonte: SAPO Saúde

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Visão tem papel fundamental na segurança rodoviária

A visão ao volante e todos os fatores que podem influenciá-la foram alvo da análise de vários de especialistas de diversas áreas que se reuniram no seminário “A visão no Ar, na Terra e no Mar” promovido pelo Grupo de Ergoftalmologia da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO).

Há vários fatores que podem influenciar perceção visual na condução automóvel aos quais todos os condutores devem estar atentos, por poderem condenar a segurança de quem circula na estrada. Isabel Ritto e Fernando Bivar, oftalmologistas, realçam a iluminação como sendo um dos elementos primordiais de segurança na condução.


A iluminação excessiva, por exemplo, pode reduzir a sensibilidade da retina e até mesmo causar dor física. Assim, o encandeamento, que originado pelos faróis de um carro que circula em sentido contrário mas também pelos painéis vídeo/LCD colocados nas vias rodoviárias, pode desencadear uma situação de enorme perigo.

Existem ainda outros agentes que têm um papel importante no desempenho da visão ao volante como a acuidade visual, ou seja, a capacidade de distinguir objetos que parecem muito próximos, o contraste, a perceção das cores e da profundidade e o campo visual.

Uma situação frequente de limitação do campo visual resulta, por exemplo, da colocação de painéis publicitários nas vias. Os especialistas chamaram ainda a atenção para o facto de a ingestão de medicamentos, o álcool e a sonolência influenciarem indiscutivelmente a visão e os reflexos.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Fluido lacrimal pode indicar níveis de glucose em diabéticos

Um novo tipo de teste, em fase de desenvolvimento, poderá vir a substituir a tradicional picada no dedo, usada pelos diabéticos para verificarem os níveis de glicose no sangue. Para controlar a doença, os médicos recomendam aos pacientes para que controlem os níveis de açúcar no sangue em casa, mas os actuais aparelhos de controlo geralmente exigem que a pessoa pique o dedo para colher uma amostra de sangue várias vezes ao dia.

Este novo sensor, que está a ser desenvolvido por investigadores da Universidade do Arizona e por médicos da Clínica Mayo, nos EUA, permitirá aos doentes conhecerem o nível de glicose do sangue a partir do fluído lacrimal. De acordo com os cientistas, em comunicado enviado à imprensa, a precisão dos resultados seria até maior do que os testes que utilizam sangue. “O problema com as actuais tecnologias de auto-controlo da glicose no sangue não é tanto o sensor”, explica o bioengenheiro Jeffrey T. La Belle, líder da equipa da Clínica Mayo. Pelo contrário, “é a dolorosa picada no dedo que faz com que as pessoas hesitem em realizar o teste”. Deste modo, aponta o cientista, a nova tecnologia poderá encorajar os doentes a controlarem melhor a diabetes.

No futuro, os cientistas esperam desenvolver o exame que seja rápido e que não permita a evaporação da amostra (lágrima), nem que seja necessário provocar a lágrima.

A diabetes é uma das principais causas de morte em todo mundo e é também responsável por um maior risco de doenças cardíacas, cegueira, insuficiência renal, amputações dos membros inferiores e outras condições crónicas.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Montra de Primavera


Já chegou a Primavera à NOVOLHAR Óptica Médica!

Colecções na montra:

 - Barbie: em sol e receituário, para meninas dos 3 aos 10 anos. Muita cor, muito rosa e acessórios ao estilo da boneca mais famosa do mundo!
 - Chupa Chups: em sol e receituário, para crianças dos 3 aos 10 anos. Peças simples, alegres e divertidas onde não falta a mistura de cor, tal como nos "chupas" da marca!
 - Hannah Montana: em receituário, para meninas dos 8 aos 15 anos. Peças com cor e estilo, típicos de uma super-estrela!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Portugal tem cerca de 100 mil doentes com glaucoma

Cerca de 100 mil pessoas em Portugal têm glaucoma, uma das principais causas de cegueira no país, sendo essencial o diagnóstico precoce para prevenir a perda definitiva de visão, alertou a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO).

"Alertar para o diagnóstico precoce do glaucoma é fundamental porque é uma doença com tratamento, mas que, não sendo tratada, leva à cegueira, em muitos casos", realçou a presidente da SPO, Manuela Carmona.

A responsável falava à Agência Lusa a propósito do Dia Mundial do Glaucoma, que se assinala sábado dia 12, no âmbito do qual a SPO promove um encontro em Évora, para debater os avanços científicos a nível do diagnóstico e do tratamento desta patologia.


Segundo a SPO, o glaucoma é "uma doença multifactorial e de avaliação complexa que afecta o nervo óptico e que parece correlacionar-se directamente com o aumento da pressão intraocular, com a irrigação desta estrutura e com outros factores menos bem conhecidos".

"Estas alterações provocam uma típica perda do campo visual, alterações macroscópicas do nervo ótico e, em etapas terminais, perda irreversível da acuidade visual", explica a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia.

As estimativas indicam que, em Portugal, "entre 67 a 100 mil pessoas" têm glaucoma, revelou Manuela Carmona, acrescentando que se estima que, no país, "haja uns seis mil casos de cegueira" provocada pela doença.

"Faz todo o sentido alertar para o diagnóstico precoce porque é uma doença, na maior parte dos casos e até em fases muito avançadas, assintomática e, se não for detetada pelos oftalmologista, o diagnóstico escapa-nos", frisou.


Manuela Carmona argumentou, contudo, que as pessoas não devem confundir a hipertensão ocular, que pode ser detetada num mero despiste, com o glaucoma.

"De facto, a hipertensão ocular tem importância no glaucoma e deve ser tratada, quando tem algum significado. Mas pode haver hipertensão sem qualquer significado e podem haver glaucomas com tensão ocular normal", disse.

A presidente da SPO sublinhou que existem vários fatores de risco para o desenvolvimento da doença, que afecta "sobretudo idosos, indivíduos de raça negra ou pessoas com familiares que sofrem da patologia", tornando-se "mais grave", por exemplo, em "doentes com miopia".

Por isso, insistiu, a recomendação é que acima dos 40 anos e, sobretudo, os grupos de risco façam "uma observação no oftalmologista de dois em dois anos", o que "é suficiente para detectar e tratar" a doença.

O tratamento do glaucoma inclui, na maioria das situações, o uso de colírios, sendo ainda possível a laserterapia e, nos casos mais graves, a cirurgia.

Fonte: LUSA

A Tonometria, ou medição da tensão ocular, pode ser realizada de forma gratuita nas nossas instalações.

É importante a realização deste teste em todas as revisões optométricas, e em pessoas que apesar de não usarem nem necessitarem de óculos e não pertencerem aos grupos de risco referidos, tenham sintomas de dor ocular ou outro tipo de sintomas oculares sem motivo aparente.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Qualidade ao "MAXIMA"


Quatro anos de estudo e investigação, resultaram na nova lente progressiva MAXIMA, com assinatura da INDO.
Esta revolucionária lente usufrui da tecnologia FREEMAX, patenteada pela Indo, permitindo reduzir até 40% as aberrações visuais e até 62% da espessura da lente, em comparação a uma lente fabricada a partir da tecnologia FreeForm.
É por isso uma lente mais leve e de fácil adaptação. Além deste avanço, a Indo inclui na gama Maxima a primeira lente progressiva de sol com protecção aos infra-vermelhos.


Estas lentes estão, desde já, disponíveis na NOVOLHAR Óptica Médica!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Oftalmologistas preocupados com Nintendo 3DS

O presidente do Royal College of Ophthalmologists, de Inglaterra, Larry Benjamin alertou para o riscos que a tecnologia 3D representa para a visão. Convidado pelo jornal The Independent a jogar Super Street Fighter IV: 3D Edition para o Nintendo 3DS, o dignitário salientou os perigos da tecnologia.


"É um 3D impressionante, mas depende em grande medida da posição do jogador. Se estiver cinco graus fora do ponto de focagem não funciona bem, o que é cansativo para os olhos. Há assim que reajustar a visão 3D e isso provoca náuseas". O especialista referiu ainda que "será justo avisar as pessoas que poderão sentir fadiga visual, visão dupla ou dificuldade na focagem". "Penso também que deveriam realizar-se testes quanto aos efeitos a longo prazo", acrescentou.

Desde a sua chegada ao mercado, a Nintendo 3DS tem gerado polémica junto dos consumidores, despertando o interesse da comunidade oftalmológica. A novidade tem data de lançamento apontada para o mercado nacional para 25 de Março e vai permitir ao público mais jovem jogar 3D sem recorrer aos tradicionais óculos.

Fonte: OPTICAPRO

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Montra de Carnaval



Estão a planear ir a alguma festa de CARNAVAL?!
Sejam diferentes, tenham um aspecto invulgar, com lentes de contacto cosméticas.
Consultem-nos, temos lentes com vários temas, e podem ser graduadas!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

As crianças podem e devem usar óculos de sol


A necessidade ou a obrigatoriedade do uso de óculos de sol pelas crianças é um assunto que ciclicamente volta à discussão pública. Com o Verão à porta, a questão torna-se ainda mais evidente. Saiba se deve ou não comprar uns óculos escuros ao seu filho.
 
“Pelo facto de se encontrarem em desenvolvimento, as crianças são necessariamente aquelas em que qualquer agressão do meio ambiente poderá ter maior repercussão. Daí que os aspectos relacionados com a prevenção sejam muito importantes”, adverte Augusto Magalhães, oftalmologista. Diz-nos ainda que “o oftalmologista (pediátrico) é nesta altura do ano questionado: o uso de óculos de sol é obrigatório nas crianças? As crianças devem e podem usar óculos de sol?”.
 
Em primeiro lugar, é preciso saber o que está em causa relativamente à protecção dos olhos. Diz-nos Augusto Magalhães que “a luz solar ou radiação solar é composta por variados componentes entre os quais as radiações ultra-violetas (UV) que se situam no espectro luminoso num dos extremos da luz visível. Estes raios UV são aqueles que maiores danos podem provocar no aparelho visual no caso de haver exposição. Conforme o comprimento de onda (por ordem decrescente) podem dividir-se os UV em UV-A, UV-B e UV-C”.
 
A exposição solar nas crianças

As crianças passam mais tempo expostas à luz ambiente do que os adultos. Estima-se que a média de radiação recebida pela criança seja três vezes a do adulto e que cerca de 80% da radiação seja recebida antes dos 20 anos de idade.

“O cristalino da criança transmite mais radiação visível de baixo comprimento de onda (azul) e ultravioleta à retina do que o cristalino do adulto. Estima-se que 75% da radiação que chega à retina ocorra antes dos 10 anos de idade e apenas 10% depois dos 25 anos”. Estes dados referidos pelo oftalmologista Augusto Magalhães levam-nos à conclusão que é necessária protecção e que a mesma deve ser realizada nos períodos de vida em que a criança está mais exposta ao Sol.

“Em Portugal, não são muitos os dias com índices de radiação UV muito elevados, sendo necessário maior cuidado nas horas em que a radiação atinge o seu pico (10h00 às 15h00). A protecção é ainda mais importante em ambientes de grande exposição, como acontece em algumas zonas do globo (maior radiação nas regiões próximas do equador), em lugares de grande altitude (montanha) e em zonas de grande reflexão de luz como acontece nas zonas cobertas de neve e nas grandes superfícies aquáticas”, garante Augusto Magalhães.

Os efeitos da radiação são cumulativos ao longo da vida! Os efeitos a longo prazo provocados pela radiação UV são sobretudo as cataratas e a degenerescência macular relacionada com a idade. Nas zonas de radiação mais intensa há também manifestações agudas, como a fotoceratite, que entre nós não ocorre…

Causas da recorrência a consultas de oftalmologia pediátrica

Augusto Magalhães teve a oportunidade de estudar as causas de urgência em Oftalmologia Pediátrica durante o ano de 2005 e 2006 no Hospital de S. João, no Porto, que é o hospital onde acorrem todas as urgências pediátricas do concelho do Porto e que funciona como hospital de referência para todo o Norte de Portugal nesta área. “Num total de 4692 doentes não observámos nesse período um único caso de queimadura de córnea (fotoceratite) em crianças, por exposição solar”.

O uso de óculos de sol

“A maioria das pessoas usa óculos de sol para melhorar o conforto visual na presença de luz solar. Embora este aspecto seja muito importante, o principal objectivo para o uso de óculos de sol deve ser a sua capacidade de proteger a criança das radiações nocivas ao aparelho visual; devem filtrar 99 a 100% das radiações ultra-violetas, e se possível, devem filtrar a porção azul da luz visível”, esclarece Augusto Magalhães.

Perguntámos ao Dr. Augusto Magalhães...
 
A partir de que idade é que as crianças podem e devem usar óculos de sol?

As crianças podem usar óculos de sol em qualquer idade. É boa regra fazê-lo somente a partir do momento em que consigam o seu manuseamento de forma autónoma.

A protecção relativamente à radiação solar tem importância apenas a partir da idade em que a criança adopta um estilo de vida que lhe traz maior exposição, ou seja, quando começa a ter actividades ao ar livre.

A protecção ocular com lentes de protecção solar é importante sobretudo:
- Nos dias de maior índice UV.
- Durante os períodos do dia em que a radiação é mais intensa (10h00 às 15h00).
- Nos locais de maior exposição: grandes altitudes (montanha) e superfícies muito reflectoras (neve e grandes superfícies de água).

in Sapo Família (veja o resto do artigo)