Bem vindo ao blog da NOVOLHAR Óptica Médica. Aqui poderá encontrar informações acerca das nossas actividades, promoções e campanhas de loja, e ainda esclarecer todas as suas dúvidas acerca da Saúde Visual.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Mude de Visual

Cansado do seu visual?

Gostava de mudar de estilo?

Experimente usar óculos, e seja visto de outra forma!



Como vê, apenas com a introdução dos óculos certos no visual, a primeira opinião sobre uma pessoa pode ser completamente diferente!

Motorista de pesados -> Professor
Arruaceiro -> Artista
Motoqueiro -> Estilista
Rapariga fácil -> Rapariga difícil

sábado, 8 de outubro de 2011

Cientistas conseguem recuperar visão de doentes com córneas criadas em laboratório

Córneas biossintéticas implantadas cirurgicamente permitiram restaurar parcialmente a visão de alguns doentes, segundo um pequeno ensaio clínico realizado na Suécia a dez pacientes, citado pela Lusa.

A investigação, a cargo de uma dupla de cientistas suecos e canadianos e publicada na quarta-feira na revista médica Science Translational Medicine, revela que as córneas criadas em laboratório podem incitar os nervos e tecidos oculares danificados a regenerarem-se, restaurando a visão no olho humano da mesma forma com que o fazem as córneas de dadores.

«Este estudo clínico é importante porque, pela primeira vez, mostra que uma córnea fabricada artificialmente pode integrar-se no olho humano e estimular a regeneração dos tecidos», afirmou o seu principal autor, May Griffith, do Instituto de Investigação do Hospital de Otava, no Canadá.

Após a investigação, a taxa de sucesso completo do procedimento entre 112 doentes voluntários rondou os 76,6 por cento.

Para os cientistas, as córneas biossintéticas feitas com colagénio (proteína humana) são uma esperança para os doentes que necessitam de transplantes de córnea mas que não têm dadores.

O seu implante evita algumas desvantagens associadas ao tecido humano regular, como a possível transmissão de uma doença por parte do dador e a rejeição.

A visão humana depende da córnea, uma película de tecido transparente que cobre a superfície dos olhos e que refracta a luz para focar as imagens na retina. A película é frágil e pode danificar-se facilmente devido a uma infecção ou a um desprendimento.

A médica May Griffith colaborou com o cirurgião sueco Per Fagerholm, da Universidade de Linköping, onde se realizaram as intervenções cirúrgicas. Fagerholm e os seus colegas retiraram o tecido afectado das córneas de um dos olhos de dez doentes e substituíram-nas por implantes biossintéticos.

Os médicos seguiram a evolução dos pacientes durante dois anos após a cirurgia e observaram que as células e os nervos de nove de dez doentes voltaram a crescer e a envolver o olho completamente.

Em geral, a visão melhorou em seis dos dez pacientes operados e, depois de lhes terem sido colocadas lentes de contacto, todos tiveram uma visão equivalente ao transplante convencional de córnea com tecido humano. Os doentes não rejeitaram o implante.

A perda da visão devido a doença ou lesão na córnea atinge mais de dez milhões de pessoas no mundo. A falta de dadores de córnea tem sido uma das grandes preocupações dos médicos.

Fonte: TVI24

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Montra da Feira de S. Miguel



Montra interactiva onde é possível assistir a um vídeo, com som, sobre as lentes progressivas EyeMADE e sobre o Visual MapDeveloper, equipamento que permite personalizar as lentes progressivas de acordo com o comportamento visual do usuário!
Este equipamento é, de momento, o único a operar no concelho da Covilhã e um dos dois que existem em todo o distrito de Castelo Branco.


Se usa lentes progressivas ou se vai começar a usar, não deixe de nos consultar e saber mais acerca destas ou outras lentes, para que a adaptação às lentes seja facilitada e o seu uso mais confortável!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Usar óculos de sol que não protegem contra radiação ultravioleta é pior do que não usar nenhum

Nos meses de maior exposição solar, já não há quem não saiba que quando vai à praia deve usar protector solar porque existe risco de desenvolver cancro da pele. Menos conhecido é o risco da falsa protecção trazida por óculos que não filtram a radiação ultravioleta (UV) e que são piores do que não usar óculos, defendem especialistas. Um dos riscos são as cataratas.
Em Espanha estima-se que cerca de 30 por cento dos óculos de sol vendidos não são homologados, ou seja, não seguem as regras da União Europeia e não oferecem garantias de protegerem mesmo contra as radiações ultravioleta que são as que podem fazer mais malefícios à vista. Em Portugal, não há números mas a presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, Manuela Carmona, calcula que os valores possam ser da mesma grandeza.

O presidente da Associação Nacional dos Ópticos, Rui Correia, apenas refere que só no primeiro semestre de 2011 a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 4.385 óculos de sol contrafeitos, o que representará apenas dez por cento dos que são colocados à venda, estima. Mas a falsificação de marcas não é o único problema – o certo é que estes e outros óculos não estão certificados e, por isso, não garantem a filtragem de radiação UV.

Rui Correia até diz que o facto de os óculos se terem transformado também “num acessório de moda, contribui, em muito, para a preservação da saúde visual da população”. Mas “as grandes cadeias de pronto-a-vestir, as lojas de acessórios, as lojas chinesas, já para não falar no mercado paralelo, como vendas ambulantes, comercializam óculos de qualidade óptica duvidosa – provenientes de países asiáticos, em que as exigências legais de fabrico, não são certamente as da UE”, nota.

Os óculos que oferecem protecção contra a radiação UV devem ter uma etiqueta onde se lê CE, uma vez que a existência de filtragem não é detectável a olho nu, “mas até estas etiquetas podem ser falsificadas”, admite Manuela Carmona.

O problema é que “é mais perigoso usar estes óculos [que não filtram] do que não usar nenhuns”, alerta Manuela Carmona, e passa a explicar: Com o uso de lentes escuras que bloqueiam a luz visível, “os olhos interpretam o bloqueio de luz baixando as defesas, uma dessas formas de defesa é a contracção da pupila, que fica mais pequena e assim diminui a entrada de luz; quando usamos esses óculos sem filtro UV o nosso olho é enganado e em vez de contrair, dilata”. Mas o preço dos óculos não é o critério a ter em conta, “pode haver óculos baratos com filtros”, nota a médica.

Atenção à cor das lentes

O facto de a lente ser escura também não é um bom indicador de escolha, nota Fernando Bivar, oftalmologista da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia. “Quem usa óculos de lentes escuras mas sem filtros para radiação UV está tão exposto aos efeitos nocivos da luz solar como quem não os usa”.

Estes perigos são agravados pelas maiores exposições, decorrentes das alterações climáticas, por isso a Protecção Civil até passou a divulgar alertas sobre níveis de radiação UV e seus graus de risco nos vários locais, nota Victor Ágoas, especialista no Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto. O Instituto de Meteorologia divulga diariamente mapas de previsão do índice ultravioleta.

“A exposição prolongada à radiação durante muitos anos pode, a longo prazo, ser um dos factores que acelera o aparecimento mais precoce das cataratas, a par com questões genéticas e a idade, refere Manuela Carmona. A especialista afirma também que “a acção continuada do sol sobre o olho ao longo dos anos está na origem da degenerescência macular da idade que é, segundo a Organização Mundial de Saúde, a principal causa de cegueira a partir dos 50 anos de idade, nos países desenvolvidos. Outras complicações incluem inflamações da córnea, chamados de queratites, acrescenta.

Como precaução, os especialistas aconselham a compra de marcas reconhecidas e em locais de venda reconhecidos que façam acompanhar os óculos de uma certificação de qualidade.

Óculos de ler à venda em lojas devem ser usados com cautela

Vendem-se em aeroportos, farmácias, livrarias – são óculos de ver ao perto graduados. A presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia diz que podem ser úteis em situações pontuais em que as pessoas, a partir dos 40 anos, tendem a desenvolver dificuldades na leitura, chamadas de presbiopia (o que vulgarmente se chama vista cansada). “Em algumas situações pode resultar, mas não se destina à correcção ocular”. O problema é quando as pessoas acham que é apenas vista cansada, mas esse sintoma esconde doenças oftalmológicas que só com a compra destes óculos podem ficar por diagnosticar.

Tudo depende de cada pessoa, mas a partir dos 40 anos, a médica aconselha a ida a um oftalmologista de dois em dois anos.

Fonte: www.publico.pt

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O melhor método de limpeza de Lentes de Contacto

Quando se trata de lentes de contacto gelatinosas, esfregá-las e enxaguá-las antes de as colocar numa solução de limpeza durante a noite é a melhor maneira de matar os micróbios e evitar infecções oculares, de acordo com um estudo do Instituto da Visão Brien Holden, em Sidney, Austrália, publicado na revista “Optometry and Vision Science”.

No estudo, a equipa liderada por Hua Zhu salienta que o procedimento deve ser feito mesmo se utilizar uma solução desinfectante que refira não ser necessário esfregá-las. “Além de colocar as lentes de contacto numa solução de limpeza, esfregá-las e enxagua-las é o método mais eficaz para todos os tipos de soluções e para as lentes de qualquer tipo”, disse, em comunicado de imprensa, Hua Zhu.

Para o estudo, os cientistas compararam três métodos de limpeza de lentes de contacto gelatinosas: esfregar e enxaguar, que incluí alguns segundos de fricção e em seguida deixá-las algumas horas na solução; só enxaguar e deixar na solução de limpeza ou usar apenas a solução.

Os investigadores usaram soluções desinfectantes multiusos comuns (incluindo as que anunciavam não ser necessário esfregar) para eliminar bactérias, fungos e células de mofo cultivadas em lentes de contacto gelatinosas comercialmente disponíveis, incluindo dois tipos de lentes de hidrogel de silicone.

Os autores do estudo verificaram que as soluções foram mais eficazes quando se usava a técnica de esfregar e enxaguar as lentes antes de as colocar na solução de limpeza. Só usar a solução permitia que mais micróbios permanecessem nas lentes.

Além disso, usar só a técnica de enxaguar melhorou os resultados de limpeza quando se utilizaram soluções que continham o conservante Polyquad. Mas só enxaguar foi menos eficaz na remoção de micróbios de um dos dois tipos de lentes de hidrogel de silicone avaliados, chamado galyfilcon A.

Excluir o passo de esfregar as lentes poderia deixar mais micróbios, mostrou o estudo. "Depois de terem aderido à superfície, os microrganismos podem ser menos susceptíveis à desinfecção”, explicaram os cientistas.

A equipa concluiu que esfregar e enxaguar é a melhor maneira de eliminar os micróbios de todos os tipos de lentes de contacto gelatinosas. Também verificaram que este passo é importante para prevenir infecções oculares em utilizadores de lentes de contacto.

Fonte: Revista Mundo da Óptica

Regresso às Aulas!

O Regresso às Aulas aproxima-se, pelo que é importante relembrar aos Pais e Encarregados de Educação, a primordial importância de cuidarem da visão dos mais pequenos, uma vez que a mesma pode condicionar a atenção e concequentemente o processo de aprendizagem, prejudicando o desenvolvimento futuro...


A NOVOLHAR Óptica Médica está empenhada em ajudar a solucionar este mesmo problema, pelo que se disponibiliza a rastrear gratuitamente todas as crianças e jovens em idade escolar, e caso necessário, corrigir os disturbios visuais que possam existir e assim ajudar a melhorar o rendimento escolar.

Para tal dispomos de equipamento e soluções (lentes e armações) específicas para crianças, que permitem solucionar os problemas visuais de uma forma naturalmente divertida.

Lembre-se "de pequenino se vê o destino..."; cuide dos olhos do seu filho!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

20 % das crianças têm problemas de visão

A Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) revelou que cerca de 20 por cento das crianças em idade escolar têm algum défice da função visual e defendeu a realização de rastreios a partir dos três ou quatro anos.

O oftalmologista pediátrico do Hospital de S. João e membro da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia disse que “as doenças dos olhos que mais afectam as crianças são os erros refractivos (miopia, hipermetropia e astigmatismo), a ambliopia e o estrabismo”.

“Estima-se que cerca de 20 por cento das crianças em idade escolar tenham algum défice de função visual provocado por uma destas patologias ou outras menos frequentes, que acabam por interferir com o rendimento escolar”, frisou. De acordo com o especialista, um dos sinais mais habituais de problemas na visão é “a dificuldade na leitura”.

A lentidão ou rejeição das tarefas que exigem esforço visual, o fechar ou tapar um dos olhos e os erros a copiar do quadro são outros sinais de alerta. Dores de cabeça, náuseas, olhos vermelhos, inchados ou lacrimejantes, estrabismo e fotofobia (dificuldade em suportar a luz) “são sintomas que não podem ser ignorados e devem levar os pais a procurar um oftalmologista”, defendeu Augusto Magalhães.

O especialista considera que é fundamental realizar um primeiro rastreio por volta dos três ou quatro anos, porque nesta idade a criança já colabora minimamente e o procedimento acaba por ter uma boa relação preço-eficácia. No entanto, sustentou, “do ponto de vista médico é preferível rastrear mais cedo”.

A forma como a utilização de computadores e outros dispositivos electrónicos podem influenciar a função visual é uma questão que preocupa muitos pais, mas Augusto Magalhães desmistifica esta ideia e explica que “não existem estudos científicos que comprovem a ideia de que os computadores provocam e/ou aumentam a miopia”.

“O único prejuízo – segundo o oftalmologista pediátrico - é o cansaço visual sentido após o uso prolongado e ininterrupto destes dispositivos electrónicos” pelo que recomenda que “a sua utilização seja alternada com períodos de descanso”. Para promover a saúde visual, o especialista recomenda ainda que os pais e educadores “providenciem a iluminação, cadeira e secretária adequadas para tarefas de leitura, corrigindo posições erradas (como ler deitado de barriga para baixo) e certificando-se de que a distância de leitura é de 30 a 40 centímetros”.

É fundamental também “a realização de pausas e verificar a posição dos monitores do computador e da televisão, evitando reflexos. No computador, os olhos devem estar a um nível superior (15 a 20º) do centro do monitor e a distância da televisão deve ser cinco vezes a largura do ecrã”.

Fonte: Revista Mundo da Óptica

sábado, 6 de agosto de 2011

Doenças oculares podem influenciar a segurança ao volante

A Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) deixa um alerta: ter atenção ao estado da visão é fundamental para uma condução segura.

Fernando Bivar, membro da SPO, explica que “há doenças oculares que não têm sintomas na sua fase inicial mas podem comprometer a qualidade da visão e, logo, a segurança da condução. Falamos do glaucoma, retinopatia diabética, retinopatias pigmentadas ou problemas do nervo ótico. As doenças que alteram a transparência do olho também podem ser problemáticas pois causam maior sensibilidade à luz”.

O especialista refere ainda que é fundamental “corrigir adequadamente os erros refrativos (miopia, hipermetropia e astigmatismo) antes de conduzir, ou seja, perceber se vê bem ou se precisa de usar óculos. Já quem utiliza lentes de contacto deve ter sempre perto de si uns óculos de substituição, para o caso de perder uma lente. Quem viaja durante o dia não deve esquecer-se de utilizar óculos de sol com lentes polarizadas”.


Há ainda fatores externos que podem influenciar perceção visual na condução automóvel aos quais todos os condutores devem estar atentos. Fernando Bivar realça a iluminação como sendo um dos elementos primordiais de segurança na condução. A iluminação excessiva, por exemplo, pode reduzir a sensibilidade da retina e até mesmo causar dor física. Assim, o encandeamento, originado pelos faróis de um carro que circula em sentido contrário mas também pelos painéis vídeo/LCD colocados nas vias rodoviárias, pode desencadear uma situação de enorme perigo, tal como a condução sob condições atmosféricas adversas.

Existem outros parâmetros de avaliação da visão que devem ser tidos em conta quando se vai conduzir: a acuidade visual, o contraste, a perceção das cores e da profundidade e o campo visual. Uma situação frequente de limitação do campo visual resulta, por exemplo, da colocação de painéis publicitários nas vias. O especialista chama ainda a atenção para o facto de a ingestão de medicamentos, o álcool e a sonolência influenciarem indiscutivelmente a visão e os reflexos.

Manuela Carmona, presidente da SPO, defende que “os problemas de visão podem estar na origem de acidentes de viação gravíssimos, uma variável que as autoridades ainda não conseguem controlar. Mas a segurança rodoviária depende muito dos comportamentos individuais de cada condutor pelo que cada um de nós deve assegurar-se de que a sua visão se encontra em perfeitas condições, procurando fazer revisões regulares, de forma a detetar precocemente doenças oculares”.
Fonte: Revista Mundo da Óptica

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Estudo aponta que imagens em 3D ferem os olhos e o cérebro

Uma equipa da Universidade da Califórnia, nos EUA, examinou 24 adultos e concluiu que a visualização de conteúdos num ecrã 3D fere os olhos e o cérebro, segundo o site Tech Crunch.

De acordo com o estudo, os olhos devem constantemente ajustar-se à distância do ecrã e do conteúdo e isso pode causar desconforto, fadiga e dores de cabeça.

A pesquisa ainda descobriu que quando o conteúdo 3D é visto a curta distância, como em desktops ou smartphones, por exemplo, o desconforto é ainda maior do que quando as imagens são colocadas num ecrã. Numa sala de cinema é o oposto: o conteúdo colocado atrás da tela causa mais desconforto do que os expostos na frente.


O site acredita que, com a «explosão» dos aparelhos compatíveis com conteúdos 3D, os fabricantes deverão criar equipamentos menos prejudiciais no futuro. Até lá, é preciso tomar cuidado e não se expor demasiado a conteúdos que exibam a novidade para não acabar com sérios problemas oftalmológicos.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Os perigos para os olhos da exposição prolongada ao sol sem protecção!


A Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) alerta para os efeitos nocivos que a exposição prolongada e desprotegida à luz solar provoca na visão, lembrando que é pior usar óculos sem filtro de protecção do que não usar nenhuns.

“É pior usar óculos sem filtro do que não usar nada”, afirmou, em declarações à agência Lusa, a presidente da SPO, Manuela Carmona, lembrando a importância do uso de “óculos que filtrem a 100% os raios ultravioleta”.

A especialista lembrou que “a acção continuada do sol sobre o olho ao longo dos anos está na origem da Degenerescência Macular da Idade que é, segundo a Organização Mundial de Saúde, a principal causa de cegueira a partir dos 50 anos de idade, nos países desenvolvidos”.

A especialista alertou ainda que a exposição prolongada e desprotegida à luz solar “pode também originar melanoma nas pálpebras e no interior do olho – melanoma da coróide, o tumor intra-ocular primário mais frequente nos adultos”.

Para a presidente da SPO, este alerta é “muito importante”, já que considera que a população em geral ainda não está sensibilizada para a protecção dos olhos como está para a da pele.